A Renda Fixa Está Voltando ao Radar dos Investidores — E Eis o Que Você Precisa Entender
A renda fixa tem atraído cada vez mais atenção dos investidores nos últimos meses, especialmente depois que a taxa Selic voltou a subir no ano passado. Com projeções de novas altas para 2025 e atualmente estacionada em 13,25% ao ano — com o CDI levemente abaixo, em 13,15% — os brasileiros voltaram a ver aquele cenário tão desejado: rentabilidade de mais de 1% ao mês quando se investe corretamente em produtos de renda fixa.
Para muita gente, esse é o “sonho do investidor”: alta rentabilidade, boa liquidez e baixo risco. Algo que, teoricamente, deveria ser impossível. Existe um princípio global no mercado chamado “o tripé impossível”, que diz que não há como ter simultaneamente:
- alta rentabilidade
- alta segurança
- alta liquidez

Mas — como em várias outras coisas econômicas — o Brasil é uma exceção. Temos alguns investimentos específicos que, na prática, conseguem entregar esse conjunto improvável. É sobre três deles que este conteúdo vai falar.
Antes disso, é importante entender que renda fixa não significa ausência de oscilação. Existem títulos de renda fixa que variam mais do que ações — e, em alguns momentos, até mais do que o próprio Bitcoin.
Um exemplo clássico são os títulos Tesouro IPCA+ de longo prazo, como o Tesouro IPCA+ 2040. Eles oferecem boa taxa, baixo risco de crédito (afinal, você está emprestando dinheiro para o Estado) e muita liquidez. Mas sofrem forte oscilação por causa da marcação a mercado.
Por isso, apesar de serem renda fixa, não se comportam como uma linha reta — algo que assusta investidores iniciantes ou mal informados.
Muita gente entra na renda fixa acreditando que é totalmente previsível e sem oscilações. A pessoa compra um título para “garantir a aposentadoria”, sem entender que entre hoje e 2040 (por exemplo) pode acontecer muita coisa — tanto na economia quanto na vida pessoal. E talvez seja necessário vender antes do vencimento. Quando isso acontece em um momento ruim de mercado, não é incomum ver perdas de 30% ou 40%.
É exatamente para evitar que você cometa esse tipo de erro que este conteúdo revela três investimentos que praticamente não sofrem marcação a mercado, se comportando como linhas retas ascendentes.
Mas antes, vamos tratar de algo importante: por que a poupança não está entre eles, embora muitos brasileiros ainda a utilizem.
Por Que a Poupança Continua Sendo Prejudicial ao Investidor
Mesmo tendo alta liquidez e segurança, a poupança perde feio para alternativas igualmente seguras. Isso acontece por causa da própria regra de rendimento.
A poupança tem duas fórmulas:
1. Quando a Selic está acima de 8,5%
Ela rende 0,5% ao mês + TR.
A TR, no cenário atual, é quase irrelevante. Nos últimos 12 meses, acumulou cerca de 1,02%. Isso faz com que o rendimento da poupança seja significativamente menor do que o CDI.
2. Quando a Selic está abaixo de 8,5%
A poupança rende 70% da Selic.
Ou seja: nunca acompanha a Selic e, muito menos, um CDB de 100% do CDI.
E o defeito não para aí:
Se você tirar o dinheiro antes de completar 30 dias, aquele ciclo rende ZERO.
Exemplo:
Se você tem R$ 10.000 na poupança e retira R$ 9.000 no dia 29, a rentabilidade será calculada apenas sobre os R$ 1.000 restantes.
Isso jamais acontece em um CDB de liquidez diária, que rende todos os dias úteis, sem exceção.
Mesmo com Imposto de Renda, o CDB ganha da poupança em todos os cenários.
Comparação Real:
Diferença entre poupança e CDB 100% CDI após 12 meses:
- R$ 10.000 → diferença de R$ 373,58
- R$ 100.000 → diferença de R$ 7.353
- R$ 1.000.000 → diferença de R$ 37.352,47
Ainda existem mais de 26 mil pessoas com mais de 1 milhão investido na poupança.
O único motivo possível: falta de conhecimento.
E conhecimento financeiro deveria ser ensinado na escola — mas não é.
Por isso tanta gente perde dinheiro todos os anos sem perceber.

Agora Sim: Os Três Investimentos Seguros, Líquidos e Rentáveis
1. CDB de Liquidez Diária – 100% do CDI
É o investimento que mais se aproxima do “tripé impossível”.
- Liquidez: diária, muitas vezes até em finais de semana
- Rentabilidade: acompanha o CDI, atualmente em 13,15% a.a.
- Segurança: garantido pelo FGC até R$ 250 mil por instituição
A maioria dos grandes bancos e fintechs oferece resgates instantâneos.
É simples, direto e eficiente.

2. Tesouro Selic
Ainda mais seguro do que o CDB, porque você empresta dinheiro diretamente ao Estado — que controla a própria emissão de moeda.
- Liquidez: diária, mas somente em dias úteis
- Rentabilidade: Selic menos pequena taxa (0,2% ao ano para valores acima de R$ 10 mil)
- Oscilação: praticamente zero, salvo eventos muito raros (como na pandemia)
Existem duas opções na plataforma do Tesouro Direto: prazos mais curtos e mais longos.
Investidores experientes preferem os mais longos, porque demoram mais para vencer — logo, você adia o pagamento de IR e mantém o dinheiro trabalhando por mais tempo.
3. LCI e LCA
Esses títulos bancários sacrificam a liquidez (não permitem resgate antecipado) mas, em compensação, entregam:
- Rentabilidade maior
- Isenção de IR
- Segurança do FGC
Para objetivos de curto prazo com prazo definido, são extremamente eficientes.
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